abraços grátis
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Sombra que na penunbra é rasgada

Sombra que na penunbra é rasgada
Longe fora vazia, cheia de imagens
Partiu de uma época que fora quebrada!
Partis-te sem dizer um porquê!
Ocultas-te teus segredos escuros
Que jamais foram claros!
De perto vi a tua penunbra
Que de tão rude, suja, imunda
Te tornas-te!
Tu fugis-te!?!?
Da razão robusta, intensa
Do mundo.
Foste o caminho de alguém
Que esteve cego, surdo e mudo.
Rasgas-te a tua pele escura, negra!
Fugis-te! tu apenas foges! tu fugirás.
Aos olhares estranhos dos fantasmas indiferentes,
Ao ruído estranho imundo de gritos extasiados,
Ao sabor azedo das palavras viscosas.
Apenas fugirás! Foges! Fugis-te.
Ao escapares à sombra da vivência,
Via que morrias aos poucos, partindo teus sentidos,
Esmagando teus músculos, evaporando teus ossos esbranquiçados!
Pele maldita que te cobriu, revelou teu futuro!
Agora só te resta esconder, fechar tua boca,
Tapar teu nariz, fechar teus olhos, apagar o som,
Prender teu corpo!
Pois sempre irás fugir, de algo que não existe
Mas sente-se, na sombra que é rasgada da penunbra!
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Quando se assume?

Como primeiro texto em 2007, primariamente e exigente reflete-se na estrutura vigente a cada mensagem pensada de forma lógica e racional. O bloqueio uniforme da recusa de uma prática proibida, sem nós esperarmos, vai executando silenciosamente cada esperança de que a evolução retarda no nosso país. A vergonha e o preconceito eleva de forma invulgar, dado à época quantitativa, o inconsciente motivo para agir sobre o que elegemos gratuitamente. As expressões não são as que demais prevemos, mas sim as que desejamos assumir como algo de nós próprios, funde-se então a breve vigência que ilustra a forma mais egoísta de existir, numa questão precoce de um estado de estar e pensar sobre algo que se assume.
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