quarta-feira, 30 de maio de 2007

O caracter surdo

Caracteres fundidos atingem um traço e imagem reconhecível no nosso conhecimento, que esse nunca questiona o tal facto de que existe uma informação justificativa. Para tal existência desse caracter, já Roland Barthe permitia de que um logo fundisse num triângulo (signo, significado e significante), a estranheza e dificuldade permite em nós assumir a reflexão dessa imagem contrapondo toda a ideia fundamentada por uma pessoa que teve a vontade de analisar um facto, que nos é perfeitamente concebível pensar em tais factos retratados e imaginados sem qualquer pergunta exequível de o "como" é formado ou fundamentado. Perspectivas diferentes findam uma crítica construtiva ou destrutiva permanente, em que a necessidade de exprimir algo é a base deste conceito. Jornalistas, artistas, cientistas ou mesmo a senhora da praça, têm algo em comum, ambos querem transmitir a necessidade de crítica que nos foi ensinada lá nos primórdios, que funciona como uma linha infinita de pensamentos com uma única finalidade "não ficar calado, apenas dizer algo, que por mais, irrisório seja, fica bem ouvir...sobre..."

terça-feira, 22 de maio de 2007

Clorofila

Clorofila regista uma cor incandescente de vida equiparada com a luz. Indolente é o branco, mas que respira de uma forma virgem e imaculada.
Lógica aprofunda os conhecimentos através de pensamentos racionais que repetitivamente passados revela, a experiência e actos comprometidos com o futuro. Referências transportam fantasmas e ilusões passadas remontando uma vida que transparente se tornou turva. A névoa procurou um espaço e limitou-se a ocupar o vazio remonto de cada cérebro. Finda-se o brusco, prepara-se a luta, que mais tarde fornece a devida vitória ao lutador que se debateu.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

A verdade inconsequente

Embuti uma caixinha transparente na carne quente e opaca, parti sem querer a faceta translúcida que me personifica, resisti ao fracasso e desejei a partilha de uma resposta. O facto é que existe uma contraverdade equívoca de um estado primário de contrasenso transmissível. A vontade por vezes puxa para o resistivel impacto da vitória, no entanto, a leveza de tempo impede a solução mais eficaz. A disputa emerge ao infindável estratagema de trazer a minha verdade, essa e só essa é sincera, para quê iludir o inquestionável se não existem respostas afirmativas nem negativas? o meio termo ? o "não sei"? sim, é verdade costuma ser uma frase que da boca sai facilmente, mas não é uma ignorância, apenas presiste no momento em que ainda não é para acção, aquando essa se transmite, no momento, aí sim, a propagação torna-se na incerteza e indecisão de um comportamento imediato e de consternação. Obedientes são aqueles que planeam a irrisória trama de consequentes afirmações, como que desobedientes são os que ofuscam a sua negatividade influente na resposta de negação. Lá estou eu, novamente a escrever nas entrelinhas, transmitindo o que eu, tu, ele, nós, vós e eles no senso comum embutem nas caixinhas transparentes que se inserem na carne opaca e quente.

Para reservar um espaço.

Um dia reflectirei sobre como te reservar um espaço. Huumm!!! parto do principio que esse terá de ser confortável, quente e acolhedor. Uns certos metros quadrados, uma vista com uma certa graça, e sobretudo com uma abertura para que me digas como estará o meu estado de espirito, claro que não poderá intervir na telepatia, que nos faz sempre estar em contacto nos dias mais remotos. Uma janela para um distúrbio da natureza, um pequeno lugar arrendado,a um ser animal. A abertura para uma passagem de bem-estar, permitindo que as ilusões brilhantes inundem as nossas mentes, extasiando os nossos desejos, vontades e loucuras. Esse fenómeno referido anteriormente, se pensares bem, é o que nos alimenta ultrapassando a aquela fome que de tão negra se forma em abundância, apenas nós, transformamos, paralelamente à refuta de causas perdidas e que construímos tantas soluções, q causam medos e ansiedades. Por isso, vou mandar reservar esse espaço para que possas olhar para a janelinha e receber esses raios brilhantes que te dão tanta força,e que te fazem crescer e deslocar para o regaço do tal espaço que reservarei para ti. Trás uma roupa para vermos o figurinho, uma revista para durante uma hora nos entretermos, uma sala de cinema para me viciares, um livro de culto para demais informada e clarificada ficar, um pc para me pores a trabalhar e um sorriso e boa disposição para eu partilhar contigo. Estando a mensagem reflectida, pensarei,se puderei, reservar então esse espaço com tais metros quadrados que tens vindo a prolongar, sobretudo, sabes, nos caminhos vazios que tanto medo tens de caminhar.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

T-shirt magic

...pois é, quando se chega a casa e o tempo aperta, nada melhor que aprender a dobrar t-shirts ..... Experimentem, a verdade é que resulta!

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Sombra que na penunbra é rasgada


Sombra que na penunbra é rasgada

Longe fora vazia, cheia de imagens

Partiu de uma época que fora quebrada!

Partis-te sem dizer um porquê!

Ocultas-te teus segredos escuros

Que jamais foram claros!

De perto vi a tua penunbra

Que de tão rude, suja, imunda

Te tornas-te!

Tu fugis-te!?!?

Da razão robusta, intensa

Do mundo.

Foste o caminho de alguém

Que esteve cego, surdo e mudo.

Rasgas-te a tua pele escura, negra!

Fugis-te! tu apenas foges! tu fugirás.

Aos olhares estranhos dos fantasmas indiferentes,

Ao ruído estranho imundo de gritos extasiados,

Ao sabor azedo das palavras viscosas.

Apenas fugirás! Foges! Fugis-te.

Ao escapares à sombra da vivência,

Via que morrias aos poucos, partindo teus sentidos,

Esmagando teus músculos, evaporando teus ossos esbranquiçados!

Pele maldita que te cobriu, revelou teu futuro!

Agora só te resta esconder, fechar tua boca,

Tapar teu nariz, fechar teus olhos, apagar o som,

Prender teu corpo!

Pois sempre irás fugir, de algo que não existe

Mas sente-se, na sombra que é rasgada da penunbra!


quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Quando se assume?


Como primeiro texto em 2007, primariamente e exigente reflete-se na estrutura vigente a cada mensagem pensada de forma lógica e racional. O bloqueio uniforme da recusa de uma prática proibida, sem nós esperarmos, vai executando silenciosamente cada esperança de que a evolução retarda no nosso país. A vergonha e o preconceito eleva de forma invulgar, dado à época quantitativa, o inconsciente motivo para agir sobre o que elegemos gratuitamente. As expressões não são as que demais prevemos, mas sim as que desejamos assumir como algo de nós próprios, funde-se então a breve vigência que ilustra a forma mais egoísta de existir, numa questão precoce de um estado de estar e pensar sobre algo que se assume.

sábado, 30 de dezembro de 2006

FELIZ 2007 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mais um ano passa, a verdade é que passa sem trazer grandes novidades, apenas nos lembramos que este passou e desejamos tudo de bom para os nossos, acto este que transforma tudo no puro egoísmo que intuitivamente reside em nós, plural sim, porque somos o nós e não o eu apenas que habita no mundo.Realmente o fundamento transita da questão "Será que o ano novo, por ser ainda ingénuo e permaturo, trará melhores condições de vida?", tudo se trata de uma falsidade consequente, neste momento sorri, talvez por relatar e acreditar por vezes, no que as pessoas relativas e emanadas no senso comum, me tentam transmitir e com aquele desejo de acreditar "naquele" que reside, sabem, lá em cima!!! Pois claro que tudo tem que se fundamentar em algo claro, e quando esse não existe, pois bem para isso é que "aquele" lá em cima existe!!!!Fantástico e tudo se resume às palavras "FELIZ ANO 2007", ridicula esta frase? Claro que não, apenas tenho pena que aqueles que se foram já não estejam connosco e nunca mas nunca mais poderão sentir o mesmo egoísmo que era desejar um "FELIZ ANO NOVO". E só me resta então dizer àqueles que existem DESEJAR QUE CONSIGAM REALIZAR TODOS OS VOSSOS MAIS QUERERES, tal e qual como vou conseguir!!

Respirar Fundo...... ummm...doisss

Longe vai o tempo em que olhava para os objectos e que para mim se tornavam um símbolo. Olho e depois revejo novamente, e simplesmente vejo uma "coisa" que de tanto significou já não significa....O mesmo se passa com o meu respirar fundo, encho o meu peito de ar e pequenos gatinhos vão estruturando,personalizando os meus pulmões que de tão pesados e apertados não me dão o verdadeiro alivío...penso que talvez seja uma "pneumonia" que se apodera e não deixa sentir aquela grande dorzinha que de tão satisfatória, me deixa leve como uma pluma branca que quer chegar ao chão de uma forma muito delicada e suave. Vou tentar respirar fundo... ummm....doisss....ummm...doissss! Já está e nada feito....