quinta-feira, 22 de novembro de 2007
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Uma Palavra Sentida...
Hoje senti uma palavra, que foi escorregando por entre o meu sistema sanguíneo. Na minha querida rotina, manejei um x-acto, com tanta volta que ele deu insistiu em tocar na minha pele, iminente era a minha face como também a dor ao perceber que me tinha cortado. Só aí tive a noção de que a palavra escorria por entre os meus dedos, confusa fiquei, como não notei que ela lá estaria, questionando-me durante esse dia, apercebi-me que aquela palavra me faz sentir e alimenta as minhas loucuras e paixões pela vida que de tanto me queixo, por nada ela me dar, mas a verdade é que tenho de ser eu a pedir-lhe para me retribuir uma palavra dessas que escorregou por entre os meus dedos. Cheguei apenas a uma conclusão as palavras estão sempre juntas a mim convivem com o meu bem estar, desilusões, emoções e distracções, não as vejo, também não as quero visualizar, apenas senti-las. Ao ferir-me sei que elas lá estarão, mas são apenas elas que vou perder, mas foram elas que me ensinaram a ultrapassar cada sentimento que queria apenas "deitar fora".
Um conselho experimentem sentir a palavra "sentir", um pouco de inspiração e silêncio, ajuda a respirar as palavras e a filtrar cada sentimento que elas nos querem gritar, ops, esta conseguiu pôr um pouco surda, sei que estás aí, apenas isso importa.
Já agora vamos tentar agora com música, sintam esta música e digam-me se conseguem me mostrar o que sentiram, é dificil, não?!!!!!LOLOL
Um conselho experimentem sentir a palavra "sentir", um pouco de inspiração e silêncio, ajuda a respirar as palavras e a filtrar cada sentimento que elas nos querem gritar, ops, esta conseguiu pôr um pouco surda, sei que estás aí, apenas isso importa.
Já agora vamos tentar agora com música, sintam esta música e digam-me se conseguem me mostrar o que sentiram, é dificil, não?!!!!!LOLOL
quarta-feira, 30 de maio de 2007
O caracter surdo
Caracteres fundidos atingem um traço e imagem reconhecível no nosso conhecimento, que esse nunca questiona o tal facto de que existe uma informação justificativa. Para tal existência desse caracter, já Roland Barthe permitia de que um logo fundisse num triângulo (signo, significado e significante), a estranheza e dificuldade permite em nós assumir a reflexão dessa imagem contrapondo toda a ideia fundamentada por uma pessoa que teve a vontade de analisar um facto, que nos é perfeitamente concebível pensar em tais factos retratados e imaginados sem qualquer pergunta exequível de o "como" é formado ou fundamentado. Perspectivas diferentes findam uma crítica construtiva ou destrutiva permanente, em que a necessidade de exprimir algo é a base deste conceito. Jornalistas, artistas, cientistas ou mesmo a senhora da praça, têm algo em comum, ambos querem transmitir a necessidade de crítica que nos foi ensinada lá nos primórdios, que funciona como uma linha infinita de pensamentos com uma única finalidade "não ficar calado, apenas dizer algo, que por mais, irrisório seja, fica bem ouvir...sobre..."
terça-feira, 22 de maio de 2007
Clorofila
Clorofila regista uma cor incandescente de vida equiparada com a luz. Indolente é o branco, mas que respira de uma forma virgem e imaculada.
Lógica aprofunda os conhecimentos através de pensamentos racionais que repetitivamente passados revela, a experiência e actos comprometidos com o futuro. Referências transportam fantasmas e ilusões passadas remontando uma vida que transparente se tornou turva. A névoa procurou um espaço e limitou-se a ocupar o vazio remonto de cada cérebro. Finda-se o brusco, prepara-se a luta, que mais tarde fornece a devida vitória ao lutador que se debateu.
Lógica aprofunda os conhecimentos através de pensamentos racionais que repetitivamente passados revela, a experiência e actos comprometidos com o futuro. Referências transportam fantasmas e ilusões passadas remontando uma vida que transparente se tornou turva. A névoa procurou um espaço e limitou-se a ocupar o vazio remonto de cada cérebro. Finda-se o brusco, prepara-se a luta, que mais tarde fornece a devida vitória ao lutador que se debateu.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
A verdade inconsequente
Embuti uma caixinha transparente na carne quente e opaca, parti sem querer a faceta translúcida que me personifica, resisti ao fracasso e desejei a partilha de uma resposta. O facto é que existe uma contraverdade equívoca de um estado primário de contrasenso transmissível. A vontade por vezes puxa para o resistivel impacto da vitória, no entanto, a leveza de tempo impede a solução mais eficaz. A disputa emerge ao infindável estratagema de trazer a minha verdade, essa e só essa é sincera, para quê iludir o inquestionável se não existem respostas afirmativas nem negativas? o meio termo ? o "não sei"? sim, é verdade costuma ser uma frase que da boca sai facilmente, mas não é uma ignorância, apenas presiste no momento em que ainda não é para acção, aquando essa se transmite, no momento, aí sim, a propagação torna-se na incerteza e indecisão de um comportamento imediato e de consternação. Obedientes são aqueles que planeam a irrisória trama de consequentes afirmações, como que desobedientes são os que ofuscam a sua negatividade influente na resposta de negação. Lá estou eu, novamente a escrever nas entrelinhas, transmitindo o que eu, tu, ele, nós, vós e eles no senso comum embutem nas caixinhas transparentes que se inserem na carne opaca e quente.
Para reservar um espaço.
Um dia reflectirei sobre como te reservar um espaço. Huumm!!! parto do principio que esse terá de ser confortável, quente e acolhedor. Uns certos metros quadrados, uma vista com uma certa graça, e sobretudo com uma abertura para que me digas como estará o meu estado de espirito, claro que não poderá intervir na telepatia, que nos faz sempre estar em contacto nos dias mais remotos. Uma janela para um distúrbio da natureza, um pequeno lugar arrendado,a um ser animal. A abertura para uma passagem de bem-estar, permitindo que as ilusões brilhantes inundem as nossas mentes, extasiando os nossos desejos, vontades e loucuras. Esse fenómeno referido anteriormente, se pensares bem, é o que nos alimenta ultrapassando a aquela fome que de tão negra se forma em abundância, apenas nós, transformamos, paralelamente à refuta de causas perdidas e que construímos tantas soluções, q causam medos e ansiedades. Por isso, vou mandar reservar esse espaço para que possas olhar para a janelinha e receber esses raios brilhantes que te dão tanta força,e que te fazem crescer e deslocar para o regaço do tal espaço que reservarei para ti. Trás uma roupa para vermos o figurinho, uma revista para durante uma hora nos entretermos, uma sala de cinema para me viciares, um livro de culto para demais informada e clarificada ficar, um pc para me pores a trabalhar e um sorriso e boa disposição para eu partilhar contigo. Estando a mensagem reflectida, pensarei,se puderei, reservar então esse espaço com tais metros quadrados que tens vindo a prolongar, sobretudo, sabes, nos caminhos vazios que tanto medo tens de caminhar.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
T-shirt magic
...pois é, quando se chega a casa e o tempo aperta, nada melhor que aprender a dobrar t-shirts ..... Experimentem, a verdade é que resulta!
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Sombra que na penunbra é rasgada

Sombra que na penunbra é rasgada
Longe fora vazia, cheia de imagens
Partiu de uma época que fora quebrada!
Partis-te sem dizer um porquê!
Ocultas-te teus segredos escuros
Que jamais foram claros!
De perto vi a tua penunbra
Que de tão rude, suja, imunda
Te tornas-te!
Tu fugis-te!?!?
Da razão robusta, intensa
Do mundo.
Foste o caminho de alguém
Que esteve cego, surdo e mudo.
Rasgas-te a tua pele escura, negra!
Fugis-te! tu apenas foges! tu fugirás.
Aos olhares estranhos dos fantasmas indiferentes,
Ao ruído estranho imundo de gritos extasiados,
Ao sabor azedo das palavras viscosas.
Apenas fugirás! Foges! Fugis-te.
Ao escapares à sombra da vivência,
Via que morrias aos poucos, partindo teus sentidos,
Esmagando teus músculos, evaporando teus ossos esbranquiçados!
Pele maldita que te cobriu, revelou teu futuro!
Agora só te resta esconder, fechar tua boca,
Tapar teu nariz, fechar teus olhos, apagar o som,
Prender teu corpo!
Pois sempre irás fugir, de algo que não existe
Mas sente-se, na sombra que é rasgada da penunbra!
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